
Do achado de R$18 a revenda de R$4.500: O crescimento do mercado de moda de segunda mão
O mercado de moda de segunda mão está em alta, com plataformas como Depop e Vinted incentivando a venda de roupas usadas.

As calças jeans de cintura alta, queridinhas das fashionistas desde os anos 90, são fáceis de achar em brechós e trazem conforto para o home office. O que muda pra você: qualidade e estilo a preços acessíveis, sem precisar quebrar o porquinho (ainda bem).

A Expoacre Juruá destaca a moda sustentável aliando criatividade e cultura amazônica em um desfile que rola nos dias 1 e 2 de julho. Para quem tem brechó, a real é que esse evento mostra como o reaproveitamento têxtil e a valorização do artesanato podem ser grandes aliados na construção de uma marca forte e autêntica.

A Rede Recostura encerrou sua 6ª edição com um desfile de moda sustentável em Goiânia, mostrando o resultado de meses de aprendizado em reaproveitamento têxtil. Para quem tem brechó, o projeto reforça a importância da formação em técnicas sustentáveis e da colaboração para gerar renda e criatividade (quem diria que a moda poderia ser tão colaborativa?).

A UFRN organizou o 1° encontro de brechós e moda sustentável, reunindo empreendedores do setor para discutir práticas e tendências. Isso é importante para quem tem brechó, já que compartilhar experiências e estratégias pode ajudar a alavancar os negócios (e a sustentabilidade tá na moda, literalmente).

Um encontro de brechós está promovendo moda sustentável com peças a partir de R$ 10. Para quem tem brechó, isso é uma ótima chance de se conectar com a comunidade e entender as novas tendências do mercado (porque, convenhamos, todo mundo ama um achado).

A franquia de brechós infantis Arena Baby lançou um marketplace para facilitar a compra e venda de roupas usadas, permitindo que lojas apresentem seus estoques para todo o Brasil. Isso pode ser um exemplo interessante para brechós que buscam diversificar suas vendas online e otimizar a troca de peças (seja lá o que for que você tenha em casa).

Um brechó sustentável no Recife está com 20 vagas abertas em regime CLT, com jornada 5x2, focando em cargos operacionais e de gestão. Essa iniciativa da Lojas Humana não só gera emprego, mas também reforça a economia circular na moda (uma boa notícia para quem já está no ramo).

A Prefeitura de Porto Alegre lançou uma nova feira de brechó no Centro Histórico, oferecendo um espaço seguro e formal para as empreendedoras. Com alta adesão, a iniciativa promete aumentar a visibilidade e segurança das feirantes (quem diria que a organização poderia ser tão prática?).

O consumo em brechós ganha força em Presidente Prudente, com 113 estabelecimentos na região, segundo o Sebrae-SP. A demanda por moda sustentável e preços acessíveis atrai consumidores que buscam peças exclusivas, o que pode ser um bom sinal para quem está no ramo (ou pensando em entrar).

Brechós online em Porto Alegre estão ganhando espaço nas redes sociais, oferecendo uma experiência de compra mais prática e direcionada. A história de Daniele, que começou vendendo roupas no Instagram e hoje comanda um brechó com mais de 100 mil seguidores, mostra como o garimpo e a criatividade podem transformar um hobby em um negócio de sucesso (quem diria que garimpar poderia ser tão estiloso?).

Mulheres em Vitória da Conquista estão transformando brechós em negócios lucrativos, promovendo a moda sustentável e o empoderamento feminino. Com o crescimento do mercado de vestuário usado, elas oferecem uma alternativa ecológica à fast fashion, enquanto conscientizam sobre o impacto ambiental da indústria da moda.

O aumento do desapego e da moda sustentável durante a pandemia fez brechós físicos e virtuais se tornarem uma alternativa atraente para consumidores em busca de peças únicas e a preços mais acessíveis. Para quem tem brechó, isso significa uma chance de aumentar a clientela e girar estoque (e quem não ama um bom garimpo?).

A Arezzo&Co comprou 75% do brechó online TROC, marcando sua entrada no mercado de second hand. Isso significa que, além de vender, clientes podem agora trocar roupas usadas por créditos nas marcas do grupo (uma nova forma de fazer compras, sem culpa).

Em São Paulo, a Casa Amarela Brechó, administrada por Elizete Stipp, oferece peças multimarcas a partir de R$ 10, destacando a moda sustentável e a força do desapego. Com o apoio da filha, o brechó tem atraído um público crescente, mostrando que o negócio de brechó pode ser mais que uma tendência (quem diria que desapegar poderia render tanto?).

Um editorial de moda na chácara da família destaca o estilo boho, misturando peças hippie e country, provando que brechós são a solução para quem quer estar na moda sem gastar muito. A Brecharia, em Campo Grande, é um exemplo de como desapegar e ser criativo pode resultar em looks incríveis (e econômicos).

O mercado global de brechós está em ascensão e deve atingir US$ 393 bilhões até 2030, conforme revela um relatório da ThredUp.

O mercado de revenda de moda está se consolidando e atraindo cada vez mais atenção, com um crescimento notável nos últimos anos.

O mercado de revenda de luxo está em ascensão e promete mudanças significativas até 2026. Vamos entender o que isso significa para o seu brechó.

A economia do closet se estabelece como uma opção de compra permanente, com movimentos significativos de duas grandes empresas de revenda.

O mercado de brechós está atraindo a atenção de consumidores de alto poder aquisitivo, que buscam exclusividade e sustentabilidade. Vamos entender como isso pode impactar seu brechó.

O boom do mercado de segunda mão está transformando a forma como consumimos moda, com plataformas como o Depop liderando essa mudança.

O Boom do Segundo Uso: Como o Depop e a Cultura de Revenda Estão Redefinindo a Moda

O mercado de roupas de segunda mão está atraindo cada vez mais clientes de alto poder aquisitivo, que buscam exclusividade e sustentabilidade.

Famosas como Luana Piovani estão investindo no mercado de brechós de luxo, com destaque para o Cansei Vendi, que cresceu 200% em um ano e já conta com uma loja física em São Paulo. Para as donas de brechó, a tendência é um sinal de que a moda sustentável e a revenda de itens de luxo estão em alta (e quem diria que vender bolsa usada poderia ser tão visionário?).

Dona do brechó de luxo "Desapego Legal", Francine Prado, está na mira da Justiça, acusada de calotes que somam mais de R$ 3,5 milhões, afetando mais de 200 vítimas. Para quem tem brechó, a real é que essa situação levanta questões sobre a importância de pagamentos e credibilidade no setor (não dá pra vacilar).

A Associação de Assistência aos Portadores e Ex-portadores de Câncer (AAPEC) inaugurou um novo brechó em Barra Velha, que será vital para financiar suas atividades e atender mensalmente até 140 pacientes. A comunidade é convidada a visitar e contribuir com doações, pois cada peça vendida ajuda a manter o suporte necessário (quem diria que um brechó poderia fazer tanto bem?).

A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Xanxerê está promovendo um brechó solidário até quinta-feira, oferecendo roupas e acessórios a preços populares. Participar não só ajuda a renovar o guarda-roupa, mas também apoia uma causa importante: o atendimento a pacientes com câncer (quem disse que brechó não pode ser fashion e solidário?).

A Câmara adiou a votação do projeto que eleva o teto de faturamento do MEI e atualiza os limites do Simples Nacional. Isso importa pra você porque, com um teto maior, seu brechó pode faturar mais sem complicações fiscais (quem não quer isso?).

Jovens estão descobrindo o potencial financeiro de brechós ao desapegar de roupas que não usam mais. A real é que essa tendência pode inspirar novas estratégias para quem já está nesse mercado (quem diria que a moda circular poderia ser tão lucrativa?).

O Brasil conta com 118 mil brechós e deve movimentar R$ 24 bilhões até 2025, acompanhando a tendência de consumo que valoriza o usado. A moda circular está em ascensão e pode superar o fast fashion até 2030, o que significa mais oportunidades para quem atua nesse mercado (e preços mais altos, claro).

Brechós estão se tornando peças-chave na economia circular, promovendo um consumo mais consciente e gerando renda para suas donas. Na prática, isso significa que cada peça vendida não só dá uma nova vida a roupas, mas também alimenta um ciclo sustentável (quem diria que vender roupas usadas poderia ser tão lucrativo?).

Brechós estão em alta, e o caso do Brechó da Fran em Umuarama é um exemplo de como esses espaços podem unir empreendedorismo e solidariedade. Franciele, que superou a síndrome do pânico, transforma doações em roupas acessíveis e ainda ajuda famílias em vulnerabilidade com peças infantis (quem diria que um brechó poderia ser um ponto de apoio?).